| Este artigo problematiza alguns dos princípios-chave da tese da governamentalidade e questiona seus pressupostos centrais sobre formas de racionalidade, processos de subjetivação e condições de possibilidade para a conduta ética. Também nos leva a reconsiderar os princípios da governança neoliberal contemporânea, suas “racionalidades de governo”, tecnologias e aparatos, a maneira como estes trabalham para capturar tanto corações quanto mentes e ainda como promovem uma arte de governar “emocionalizada”, a ponto de podermos falar, apropriadamente, de “emocionalidades de governo”. |